Após anos de investigação instalado em minha sala de estudos, contando com os mais avançados recursos tecnológicos que a informática oferece, conectado “on line” a todo o conteúdo estocado nas bibliotecas públicas e nos institutos de pesquisas avançadas do mundo todo, não encontrei nenhuma publicação idônea que confirme a arché milesiana (Unidade de matéria da qual tudo deriva, Tales de Mileto – 624 – 545 a. C.). Assim, concluí que Einstein estava certo quando afirmou que: (Toda a nossa ciência comparada com a realidade é primitiva e infantil, no entanto, é a coisa mais preciosa que temos). Infelizmente, no meio acadêmico, ainda prevalece a retrógrada doutrina do relativismo científico que estabelece:
“Nenhum conhecimento é absoluto e nenhuma certeza é definitiva“
Eu preferi não acatar tal doutrinação, prontamente direcionei a minha pesquisa para a verdadeira fonte de conhecimento, a fonte da intuição cósmica (EINSTEIN O ENIGMA DO UNIVERSO – 4ª edição – 1984 – Aditora Alvorada) que se encontra no âmago de cada ser humano.
Minha pesquisa foi exitosa, meu objetivo foi alcançado e o “Ser absoluto” foi revelado.
O “Ser” revelado representa o conhecimento da arché, gerada pelo princípio da autogênese á partir do elemento primordial denominado espaço-tempo, confirmada cabalmente pela equação seguinte:
E=MC³C²C²
(Energia [E] = Matéria [M] multiplicada pela Constante geométrica universal [C³], multiplicado pela Constante magnética universal [C²], multiplicado pela Constante gravitacional universal [C²]).
A revelação do “Ser” e seus atributos, se tornou possível graças a adoção do ritmo ternário democritiano, embasado na dinâmica da tese, da antítese, de onde emerge a síntese. Com isso, também foi possível elaborar o MAPA CONCEITUAL DA AUTOGÊNESE DO UNIVERSO.
O Mapa demonstra com clareza solar, para todos os observadores, e principalmente, para os docentes das elites da ciência, da política e da religião, que grande parte das premissas da física da matéria, devem ser reescritas, respeitando novos paradigmas.
A compeensão da dinâmica do “Ser” remete ao entendimento da “verdade absoluta“. A “verdade absoluta” elimina os falsos paradigmas, inaugura a nova ciência, e dá cabo à doutrina do relativismo científico.
Assim, finda a era do homo sapiens-sapiens (O homem que sabe que nada sabe) e iniciasse a era do homo ethicus (O homem que sabe o quanto quer saber).
A identificação do “Ser” absoluto expõe o grande equívoco que representa a concepção do átomo divisível bohreano. Bohr confundiu o verdadeiro átomo indivisível com moléculas divisíveis, ou seja, confundiu a massa com a matéria e levou a comunidade científica para o limbo do verdadeiro conhecimento. Até hoje a comunidade científica permanece na periferia da verdade.
A dinâmica do espaço-tempo, a dinâmica da perpetuidade da matéria, a dinâmica da transitoriedade da massa, a dinâmica do magnetismo e da gravidade foi, exaustivamente refletida, comprovada e entendida em essência.
Assim, com muita prudência e sensatez, seguindo o ritmo ternário democritiano e a dialética hegeliana que revela a grande lei do mundo, é possível demonstrar a sequência lógica coerente e gradativa dos fenômenos envolvidos na manifestação da matéria (E=MC³C²C²), da massa (E=mc²), e do movimento (E=h.f). Com isso, registra-se os três elementos básicos responsáveis pela formação do Universo.
Para nossa surpresa, nem o criacionismo, nem o evolucionismo, nem o design inteligente se sustentam á luz da verdade absoluta que emerge do “Ser”.
Somente com a compreensão da “autogênese” (Geração independente de forças ou agentes externos) do Elã vital bergsoniano (Impulso original da criação de onde provém a vida) e da religiosidade cósmica einsteiniana (Religiosidade sem pertencer a nenhuma religião) será possível ultrapassar a pseudociência que persiste nas elites da docência universitaria, e por extensão, na humanidade como um todo.
O dever dos docentes não deve ser outro, senão, o de iluminar o caminho do discente para acabar com o obscurantismo científico, político e religioso, responsável por manter a humanidade em total dormência cultural.
A compreensão da dinâmica do Universo, formado apenas de matéria, massa e movimento, representa o único caminho que leva ao conhecimento da grande unificação natural que existe entre a ciência (pensar), a política (agir), a religião (vivenciar).
O INSTITUTO DE PESQUISA DO “SER” elaborou o MAPA CONCEITUAL DA AUTOGÊNESE DO UNIVERSO, peça fundamental para explicar, de forma cabal, toda a dinâmica geradora do Universo, desde a primeira tese, espaço-tempo, até a última síntese, a religiosidade.
Com isso, temos o embasamento científico suficiente para responder às perguntas mais elementares como, por exemplo: De onde viemos? Do que somos feitos? Qual é o nosso propósito? Para onde vamos?
Devemos lembrar que a resposta cabal ás perguntas acima, está detalhada em nosso MAPA CONCEITUAL DA AUTOGÊNESE DO UNIVERSO que, também detalha o caminho que leva ao perfeito entendimento de todos os mistérios envolvidos na formação do Universo, em sua plenitude.
Valério Fornari.
valeriofornari@gmail.com
OLÁ BOM DIA, FOI UM PRAZER MUITO GRANDE TER ENCONTRADO O SENHOR E TERMOS CONVERSADO SOBRE ESSES ASSUNTOS. COM CERTEZA FOI DE MUITO APRENDIZADO E AGORA ESTOU LENDO SUAS PUBLICAÇÕES. GOSTO MUITO DESSES ASSUNTOS E VAMOS NOS COMUNICAR JA NUM FUTURO PRÓXIMO. TENHA UM BOM DIA. ABRAÇO. MIGUEL BARATIERI.
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