Deus Não Joga Dados

14 05 2012

      

       Nas primeiras páginas de Metafísica, resumindo as doutrinas dos pensadores gregos que o precederam, Aristóteles afirma que Tales de Mileto foi o primeiro a tentar explicar racionalmente, portanto sem recorrer a uma explicação mítica, a substância da qual tudo deriva. Nesta afirmativa, Aristóteles identifica o primeiro filósofo e localiza a essência do novo estilo de pensamento, que busca identificar o elemento primordial (ápeiron — arqué — átomo) idealizado pelos pensadores pré-socráticos.

       Com Demócrito de Abdera, conhecemos a unidade primordial denominada átomo (gr. indivisível) que matematizado através da equação einsteiniana se manifesta indivisível, racional, real e absoluto.

       Desde o átomo imaginado por Demócrito até o átomo matematizado por Einstein, lá se foram alguns milênios.

       Em 1925 Einstein escreveu para seu amigo, o físico Eherenfest — “Heisenberg botou um enorme ovo quântico” disse “Em Göttingen, eles acreditam naquilo. Eu, não.”

       Einstein nunca aceitou o equívoco do princípio da incerteza, de Heisenberg. Foi com esse pensamento que ele escreveu a seu amigo, o físico Max Born, com quem ele debateria por mais de três décadas: “A mecânica quântica está mesmo se impondo” disse Einstein “Mas uma vozinha interior me diz que ela ainda não é a verdadeira. A teoria diz muito, mas ela não nos deixa mais perto dos segredos do velho Deus. Eu de todo modo, estou convencido que Ele não joga dados.” (Walter Isaacson — Einstein – sua vida, seu universo pg. 346Companhia das Letras2007)

       O mesmo equívoco ocorreu com Niels Bohr quando ele confundiu o núcleo atômico e passou a denominá-lo “átomo divisível” de onde nasceu o modelo padrão atual. Bastaram estes dois equívocos para manter a ciência no obscurantismo.

       Escreveu-se muito sobre Einstein e sua teoria, mas até o término de nossa pesquisa ninguém a havia compreendido. A prova disso é que sua equação não recebeu, por parte da comunidade científica, o reconhecimento do prêmio Nobel, mesmo porque, nem o próprio comitê sueco a compreendera. (Walter Isaacson – Einstein – sua vida, seu universo – Pg. 321- Companhia Das Letras – 2007).

       Na mesma linha de pensamento, o grande filósofo e matemático, Huberto Rohden, assim se reporta:

       “Em 1945/46, quando eu estudava com Einstein na Universidade de Princeton, os professores de alto gabarito diziam que não havia meia dúzia de homens capazes de compreender as teorias dele. Um deles teve a sinceridade de dizer que não havia um” (Huberto Rohden – EINSTEIN – O Enigma do Universo – 6ª edição pg. 27 – AURORA – 1989)

       Pelo que, podemos deduzir claramente que Einstein foi incompreendido pela comunidade científica.

       Não foi sem causa, que entre suas frases célebres uma foi tão franca e contundente:

“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta”

       Inconformado, Einstein entrou num estado de revolta universal contra todas as autoridades e assim expressou seu inconformismo:

“Por que é que a sinagoga, a igreja e o próprio Governo não dizem a verdade sobre Deus, sobre o mundo e sobre o homem? Por que essa permanente camuflagem? Que intenções secretas tinham as autoridades civis e religiosas para manter o homem nessa ignorância?” (Huberto Rohden – EINSTEIN- O Enigma do Universo – 6ª edição pg. 39 – AURORA – 1989)

        Estimulados pela necessidade premente de revelar ao mundo toda a verdade que subjaz na equação einsteiniana, empreendemos uma busca sem tréguas para elucidá-la. Num primeiro momento atuamos com a máxima discrição de modo a evitar que o nosso trabalho fosse ofuscado pelas possíveis críticas acadêmicas, vazias de conteúdo científico.

       Felizmente, mesmo sem contar com o auxílio do LHC, (Large Hadron Collider) contando apenas com a literatura disponível e os mesmos recursos usados por Einstein, (intuição, lápis e papel) fomos bem sucedidos e a equação foi desvendada em sua essência, e o verdadeiro átomo emergiu em sua plenitude.

        Devemos lembrar que no século sexto a.C., Tales de Mileto se propôs a desvendar a verdade que estaria contida na substância primordial da qual tudo deriva. Há dois milênios, um mestre tido como o filho do carpinteiro, exortou seus discípulos, afirmando: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” — um deles aparteou — mestre o que é a verdade? — sabiamente ele respondeu — a verdade é tudo aquilo que é. Até hoje, fala-se de boca pequena que ninguém entendeu nada.

       No ano miraculoso de 1905, Einstein equacionou a verdade, passaram mais de cem anos para identificá-la implícita em sua teoria. Certamente, levará mais algum tempo para que ela seja assimilada no meio acadêmico e dali, irradiada para todos os homens. Assim se cumprirá a profecia da libertação anunciada há dois mil anos pelo mestre de Nazaré.

        É evidente que nós não encontramos a partícula de Deus ou o bóson de Higgs, partícula que, se existisse, não teria nenhuma utilidade prática (SUPER – edição 301 – fevereiro/2012 – pg. 19). Mas identificamos no gene da equação einsteiniana o átomo indivisível, entidade que representa o marco zero do sistema fixo e universal em relação ao qual é possível medir o movimento. Identificado o marco zero então temos a explicação da teoria da grande unificação (TGU) das forças “eletromagnética, nuclear fraca, nuclear forte e gravitacional”.

       Isto nos dá a certeza de que: assim como os corifeus da informática mudaram o mundo através do conhecimento do bit e sua dinâmica — assim também os corifeus da ciência poderão mudar o homem através do conhecimento do átomo indivisível e sua dinâmica.

       Caro discente, o tempo é precioso e não deve ser desperdiçado, portanto não aceite apenas a descrição do fenômeno, exija que seu mestre explique o fenômeno. Não importa se ele freqüentou a Universidade de Harvard, é graduado, pós-graduado ou um PhD. Se ele não conhece a dinâmica do átomo indivisível, ele está no mesmo nível do matemático que não conhece os números. Sabemos que explicar um fenômeno é se reportar à causa e não apenas descrever o efeito (OS LIMITES DA EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA – texto original publicado “The New York, Review of books” tradução José Marcos Macedo – publicado no ‘Mais’ da Folha de São Paulo, em 24 de junho de 2001).

       Com a compreensão da autogênese (geração independente de forças ou agentes externos) do átomo e sua dinâmica, cessa a doutrina relativista e a ciência pode ser inaugurada. Todo o conhecimento se torna absoluto e toda a certeza se torna definitiva. É o fim do obscurantismo científico.

       Podemos afirmar sem rodeios, com embasamento científico idôneo, como é, quando surgiu e qual o propósito da Divindade, do Homem e de Deus. Encerra-se a era do homo sapiens-sapiens (O homem que sabe que nada sabe), inicia-se a era do homo ethicus (O homem que sabe, o quanto quer saber).

       Ser um homo ethicus é ser alguém com a felicidade ao seu alcance. Conscientize-se de sua natureza humana que é ser bondoso e humanitário consigo mesmo, e assim, você será bondoso e humanitário com todas as pessoas e inevitavelmente você será feliz. É o princípio infalível de causa e efeito.

       Caro docente, lembre-se que a partir de agora é seu dever de consciência buscar o conhecimento necessário para apontar o caminho da verdade a seus discípulos. Assim, eles estarão a salvo da pecha que nasceu da célebre frase em que a humanidade é tachada com ignorância infinita, pronunciada por um simples funcionário de terceiro escalão no escritório de marcas e patentes que, não por acaso, se tornou a maior celebridade científica de todos os tempos. Seu nome? Albert Einstein.

       — A humanidade precisa ser salva? – Sim, urgentemente a humanidade precisa ser salva — Salva do quê? — Da ignorância em que se encontra imersa no pântano do equivocado modelo padrão do átomo divisível, que impede o autoconhecimento, causa principal de todos os males.

       Como ensinam as técnicas, para consertar ou aperfeiçoar uma coisa é preciso conhecê-la, assim para aperfeiçoar ou consertar a humanidade implica em conhecer o homem. Não conheceremos o homem sem conhecer sua essência, que nasce do átomo indivisível.

       O nosso mapa denominado “MARCO ZERO QUE INAUGURA A CIÊNCIA”, fecha todo o ciclo da formação do universo e oferece o conteúdo científico necessário para revelar a sequência lógica dos fenômenos ocorridos desde pouco antes do Big Crunch, passando pelo Big Bang até a manifestação da consciência humana através do homo ethicus. Revela ainda, de modo claro e preciso, toda a dinâmica da religiosidade humana — a dinâmica da ética humana — a dinâmica da vida humana. 

       Caso sua instituição de ensino (pública ou privada) seja de vanguarda e queira proporcionar a seus docentes a oportunidade de conhecer a âncora (átomo indivisível) na qual converge toda a ciência (humanas e exatas), contate-nos.

       Você que se dedica á divulgação da verdadeira ciência, conte conosco, faça o agendamento necessário e informe-se da maior revelação científica de todos os tempos.

Contato: valeriofornari@gmail.com

Cel. 11 8108 0200

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26 05 2012
Letícia

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